Tempo de alegria

O tempo é de alegria, tão esperada!
Eu me sinto jovem contigo, amada!

O! O! Todo eu floresço!
Meu amor, não há mal, todo eu me aqueço;
novo, tão novo o amor é, que eu pereço!

Canta o rouxinol tão doce canção,
música que aquece o meu coração.

O! O! Todo eu floresço!
Meu amor, não há mal, todo eu me aqueço;
novo, tão novo o amor é, que eu pereço!

Flores femininas, quero colher
e na rosa das rosas me aquecer.

O! O! Todo eu floresço!
Meu amor, não há mal, todo eu me aqueço;
novo, tão novo o amor é, que eu pereço!

Brinca em meus sentidos, tanta beleza,
não existe tempo para incerteza!

O! O! Todo eu floresço!
Meu amor, não há mal, todo eu me aqueço;
novo, tão novo o amor é, que eu pereço!

Silencia, rouxinol, quieto, se acalma,
ouve a cantilena que me vem da alma. 

O! O! Todo eu floresço!
Meu amor, não há mal, todo eu me aqueço;
novo, tão novo o amor é, que eu pereço!

Tempos invernais, paciente vivo,
mas na primavera, tudo é lascivo!

O! O! Todo eu floresço!
Meu amor, não há mal, todo eu me aqueço;
novo, tão novo o amor é, que eu pereço!


Livremente traduzido e adaptado de poema anônimo medieval.

Um comentário em “Tempo de alegria

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