A Sombra

Ó, quão triste e cansado fico aqui:
à minha dama estou sempre a servir
como mero escravo sobre este solo
e mesmo assim quase nunca a consolo.

Nós dois feridos, o sangue infeliz
manchou nosso tronco, podre a raiz
e já tinha o tempo jovem fugido,
de grisalho minha barba tingido.


Livremente traduzido e adaptado de poema de William Blake.

Um comentário em “A Sombra

  1. Pingback: Sob o signo de Pã

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s